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Fiscalização da madeira mais ágil com uso de equipamento próprio
Na última semana, a Polícia Ambiental realizou na região de São Paulo vistoria técnica com diferentes amostras de madeira durante visita a quatro estabelecimentos. As ações visam a preservação de espécies em extinção.
Para a concretização da ação e evitar dúvidas durante o reconhecimento foram usados equipamentos específicos por meio do uso do olfato e assim identificar os diferentes cheiros. Sandra Monteiro Borges, responsável do setor de Madeira e Produtos Florestais do Instituto Florestal, órgão da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, disse que é fácil confundir um jequitibá vermelho com uma castanheira, quando não há um equipamento adequado.
A técnica especificou ainda na identificação de um perobinha, por exemplo, basta o profissional detectar o odor que se assemelha ao vinagre.
Ao todo foram encontradas irregularidades em duas madeireiras, das quatro vistoriadas. A apreensão é referente a 140 m³, ou seja,o equivalente a 112 toneladas, com emissão de autuações no valor de R$ 336.117,84. Entre as principais infrações apuradas está a ausência de documento que comprova a origem da madeira.
Além de uma fiscalização de rotina, os resultados são frutos do curso de identificação online ministrado por técnicos do Instituto
Florestal para o treinamento do uso dos novos equipamentos que agilizarão as operações, permitindo um maior número de fiscalizações.
Quanto as madeireiras que desejam orientações de regularização e obtenção do certificado Madeira Legal da SMA poderão se cadastrar no sistema de Comerciantes de Madeira no Estado de São Paulo - CADMADEIRA. A adesão, embora voluntária, traz benefícios as empresas que se cadastrarem como a participação em licitações abertas pela administração pública estadual a partir de 1º de junho.
Portal Indústria Brasileira - IB - Foto: Divulgação