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09 de Março de 2010 -A +A

Balanço da ALL mostra crescimento de 5% de volume em 2009

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Um balanço divulgado pela ALL - América Latina Logística - mostra positividade nos resultados obtidos no quarto trimestre e durante o ano de 2009. O aumento ficou equivalente a 5,8% em volume no Brasil, alcançando 36 bilhões de TKUs. Somente o volume de commodities agrícolas cresceu 6% ao ano e este foi impulsionado pelo aumento de 6,6% nos volumes dos fluxos principais e 1,8% no de cargas de retorno.

Os que mais se destacaram por meio de crescimento de 16,8% foram soja e milho. Já no segmento de produtos industriais o acréscimo foi de 5,3% principalmente em função de um crescimento de 30,8% em produtos florestais e 12,2% em contêineres.

"O aumento demonstra os fortes fundamentos do nosso negócio, em um ano marcado por uma quebra de 12% na safra de grãos na região em que atuamos e uma redução de dois dígitos na produção industrial brasileira", completa Paulo Basílio, Diretor-Superintendente da ALL.

O EBITDA Consolidado decresceu 10,9% para R$ 1,1 bilhão, devido principalmente a uma queda de 1,7% no preço médio, em grande parte reflexo do repasse da queda no preço do diesel. A ALL registrou no ano Receita Consolidada de R$ 2,78 bilhões, praticamente em linha com o ano anterior. O Lucro Liquido do período foi de R$ 31,7 milhões.

No quarto trimestre, a ALL registrou queda de 7,1% no volume do Brasil, devido ao fraco desempenho operacional, impactado, principalmente, por chuvas acima da média histórica em grande parte da malha ferroviária da empresa no país. O EBITDA Consolidado sofreu redução de 53,7%, para R$ 121,8 milhões. A Receita Consolidada foi de R$ 540 milhões, 19% inferior em relação a 2008.

Quanto aos investimentos para o ano de 2010, a companhia realizou a encomenda de dez novas locomotivas AC44 da GE, mais resistentes e eficientes em consumo de diesel, além de custos de manutenção do que a atual frota.

"Estamos otimistas em relação à performance de 2010. De acordo com estimativas da CONAB, a safra de soja deve crescer mais de 18% em nossa área de atuação. Além disso, o período de colheita foi antecipado, influenciando positivamente os volumes e preços. A perspectiva é também positiva para o segmento industrial, com previsão de crescimento em 8% contra queda de 7% em 2009, e para a Argentina, que deve ter uma safra 40% maior. Deveremos ter sob contratos take-or-pay mais de 70% de todo o volume previsto para o ano", afirma Paulo Basilio, Diretor Superintendente da ALL.

Portal Indústria Brasileira - IB - Foto: Divulgação

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