10 de Março de 2010
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Estudo promete fortificar cadeia do babaçu
Hoje, o estudo lançado na sede da Codevasf, por meio da pesquisa realizada pelo Banco do Brasil, em parceria com o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Babaçu, pretende fortalecer a cadeia produtiva do babaçu e valorizar as mulheres que vivem da comercialização da amêndoa, do azeite e do mesocarpo.
Além disso, servirá de base para subsidiar mecanismos de extração e beneficiamento do coco, abrindo novos mercados e revelando impacto da atividade para o meio ambiente.
Um aspecto importante da pesquisa é a identificação de quantas mulheres vivem da quebra e da venda do babaçu, além de quanto produzem, para quem vendem, por quanto e se procduzem na época da safra.
A ideia do estudo surgiu da necessidade das quebradeiras de conhecer sua capacidade de produção, fato que impede que contratos com empresas e prefeituras sejam firmados. Serão entrevistadas 15 mil mulheres dos municípios de Barras, Batalha, Esperantina, Matias Olimpio, São João do Arraial, Madeiro, Joca Marques, Luzilândia, Morro do Chapéu, Campo Largo, Porto e Nossa Senhora dos Remédios – todos da micro-região dos Cocais.
Portal Indústria Brasileira - IB - Foto: Divulgação